10 ATITUDES QUE PODEM IMPULSIONAR SEU NEGÓCIO

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Confira os passos para colocar sua empresa em uma boa posição em tempos e crise, e o mais importante, mantê-la nessa posição, segundo especialista.

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Nesse período de instabilidade econômica, de dólar, inflação e desemprego em alta, é preciso que os empreendedores tenham atitudes que impulsionem os negócios. Mais desafiador do que alcançar um lugar ao sol ainda, é manter-se nele. Por isso, muitos empresários estão adotando estratégias mais criativas e inovadoras.

De acordo com Fábio Yamamoto, consultor e sócio da TIEX, empresa de consultoria e gestão corporativa, o segredo para chegar ao sucesso é aprender com os erros, e mesmo no meio da dificuldade, saber questionar as atitudes tomadas para se ter êxito no futuro. O que realmente importa? O que efetivamente deve ser feito para sair da crise mais fortalecido?

Confira as 10 dicas de Yamamoto sobre como aumentar a rentabilidade, melhorar a gestão e impulsionar o seu negócio.

1. Pense grande

"Pensar grande e pensar pequeno dá o mesmo trabalho..." (Jorge Paulo Lemann). Pense grande, tenha metas agressivas, ter grandes aspirações lhe dará a dimensão dos grandes desafios que você precisará enfrentar para fazer seu negócio prosperar e os desafios serão igualmente grandes se você pensar pequeno.

2. Não estabeleça metas impossíveis

As metas precisam ser agressivas, mas realistas, o impossível só será alcançado passo a passo. Muitos empreendedores acabam perdendo a energia por estabelecer metas inatingíveis.

3. Motive seus colaboradores

Manter seus colaboradores motivados é fundamental para o sucesso do seu negócio, funcionários desmotivados significam menor produtividade, propaganda negativa e consequentemente prejuízos.

4. Vai chegar sua hora

Resiliência, perseverança, persistência. Os desafios serão inúmeros, enormes, e sem a capacidade de enfrentar as adversidades que surgirão ao empreender, dificilmente sua empresa terá sucesso. É preciso estar preparado para enfrentar as piores tempestades para aproveitar a bonança.

5. Cliente é a razão de tudo

Seu cliente é a razão de sua existência! O empreendedor só começa seu negócio porque em algum momento vislumbrou um potencial mercado ou cliente a ser atendido, mas não se trata aqui da velha máxima "o cliente sempre tem a razão", e sim de cativar seu cliente, fidelizar seu cliente. Como? Através da excelência no seu produto ou serviço, entender que muitas vezes a relação cliente-fornecedor vai além do aspecto puramente comercial, pois envolve muitas vezes parceria e identificação.

6. Se Incomode, não se acomode

O primeiro passo para o fracasso é achar que conquistou tudo, é ter a sensação de ter atingido o Olimpo. O que existe depois do topo? Por isso nunca imagine ter alcançado o topo, sempre é possível ir além, sempre é possível melhorar, aprimorar, manter a aquele pequeno desconforto de que é possível fazer mais. Se incomode, não se acomode.

7. Você terá inúmeros chefes

Um erro muito comum ao iniciar como empreendedor é o sonho de não ter chefe, na verdade, se você fizer tudo certo, você não terá apenas um, mas vários. Cada cliente será um chefe, você precisará ser seu próprio chefe, cobrar-se como executivo é importante, do contrário a acomodação, e consequentemente a ruína, poderá fazer parte do seu futuro como empreendedor.

8. Dividir para conquistar

O tempo é o maior limitador ao crescimento, não há obstáculo impossível de ser transposto durante o crescimento, exceto o tempo. Por isso multiplicá-lo pode ser a única saída, e a única forma de fazer isso é ter mais pessoas para compartilhar tarefas, responsabilidades e, claro resultados. Além de ir atrás de profissionais qualificados para apoia-lo e auxiliar no crescimento da companhia, a possibilidade de ter novos sócios não deve ser descartada. Dividir o bolo não deve ser encarado como algo negativo, como uma perda, pois o objetivo é ter um pedaço menor de algo muito maior. Você prefere ter 100% de um bolo que vale R$ 1 milhão ou 10% de um bolo que vale R$ 100 milhões?

9. Pense de forma perene

Pensar de forma perene não significa que a empresa vai existir por toda eternidade, mas visão de longo prazo é extremamente importante para que as decisões não sejam baseadas única e exclusivamente visando resultados imediatos. Avaliar o impacto que as ações presentes terão sobre o futuro da empresa podem fazer a diferença. Inclusive, pode definir se vale a pena continuar o negócio ou não.

10. Planejamento e mais planejamento

Planejar, planejar, planejar. Não significa que planejamento é a garantia de sucesso, mas a falta dele é garantia de fracasso. Mesmo os empreendedores que dizem ter construído seus negócios baseados em feeling planejam, ainda que de forma intuitiva. E para colocar todas essas atitudes em prática é necessário planejar. Planejar para estabelecer metas, planejar para saber como motivar seus colaboradores, planejar para definir estratégias. Planejamento tem que ser feito de forma criteriosa e deve ter utilidade, não ser feito apenas porque consta nos manuais de administração.

Fonte: http://portalnovarejo.com.br/ 

6 DICAS PARA ELABORAR UM CONTRATO DE SOCIEDADE

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Antecipe alguns dos problemas que podem surgir com seu parceiro na elaboração do acordo.

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Empreendedores que trabalham em sociedade têm uma grande vantagem em relação aos que comandam um negócio sozinhos: a oportunidade de trabalhar com alguém que tenha características complementares. "Uma sociedade ideal tem pessoas com habilidades diferentes, mas que se completam, atuando em sinergia", diz André Camargo, coordenador do curso de pós-graduação em direito, mercados financeiros e capitais do Insper.

Em contrapartida, divergências podem surgir entre as partes. E a elaboração de um bom contrato de sociedade pode ser uma maneira de minimizar os impactos de um conflito. Em entrevista a PEGN, Camargo listou alguns pontos que devem ser levados em consideração na elaboração de um contrato. Confira:

1. Experiência é fundamental

Por mais que este item não fale sobre o contrato, é importante ressaltar que a experiência é um fator que minimiza o risco de conflitos. "Quanto mais experiente o sócio for, mais compreensível e profissional ele será", afirma Camargo, ressaltando que a experiência não é tudo – os parceiros em potencial devem ter características complementares.

2. O dinheiro é a origem de tudo

De acordo com Camargo, o contrato deve antecipar algumas dos problemas que podem surgir em uma sociedade. Um dos mais comuns é o dinheiro. "Na abertura de uma empresa, cada sócio investe uma quantidade de dinheiro. Supondo que a empresa dará certo, o acordo deve prever que os lucros serão distribuídos de acordo com a quantidade de dinheiro injetada por cada membro da sociedade", diz Camargo.

3. Divida as tarefas

Outra questão que deve estar no contrato é a divisão das funções e responsabilidades de cada sócio. Ao colocar os deveres de cada um no papel, todos ficam resguardados caso um dos sócios não faça seu trabalho direito.

4. O contrato pode ser atualizado

Camargo afirma que, por mais completo que seja um contrato, ele nunca estará completo e não há problema caso os sócios queiram adicionar algum ponto ao acordo em outro momento. "A realidade é dinâmica e os ajustes do contrato deverão ser constantes."

5. Não se esqueça de alguns pontos

Apesar da possibilidade de poder alterar o acordo, o professor do Insper afirma que alguns pontos deverão, estar em qualquer contrato de sociedade. São eles:

- Escolha do nome empresarial;
- Registro federal e obtenção do CNPJ da empresa;
- Definição do número de sócios e valor de investimento de cada parte;
- Escolha da sede onde os sócios e a empresa irão operar.

De acordo com Camargo, essas informações são essenciais. "Elas definem o que é a empresa e sobre como a sociedade funciona", diz.

6. Baixe um modelo de contrato

O Sebrae oferece um modelo de contrato de sociedade que pode ser útil. Acesse-o aqui.
 
Fonte: http://revistapegn.globo.com/ 

5 DESAFIOS DO NOVO MARKETING

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Segundo pesquisa da Salesforce e Harvard Business Review, a maior dificuldade dos varejistas é converter big data em vendas.

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Na era digital, marketing significa muito mais do que enviar e-mails. Existem empresas, com áreas de marca avançadas e que usam tecnologia e dados, análise e automação para obter uma visão profunda sobre as necessidades dos clientes e prospects, e para agir rapidamente baseando-se nessas informações. Isso mostra que investir em tecnologia não é suficiente. Para transformar um monte de dados em boas estratégias e decisões é preciso investir na formação de profissionais de marketing e executivos de negócios, capacitando-os para este novo cenário.

Essas informações fazem parte da conclusão da pesquisa realizada pela Salesforce, especializada em plataformas de gerenciamento de relacionamento de clientes, e a Harvard Business Review Analytics Service.

Quando perguntados "Como você descreveria sua empresa quanto ao uso de tecnologia da informação, analytics e automação para os esforços de marketing e vendas?", 36% dos entrevistados descreveu a empresa como limitada, pois usam algumas ferramentas e práticas de forma não conectada. Outros 35% definiram a companhia como em desenvolvimento, por usar ferramentas e práticas avançadas, mas apenas em algumas áreas.

Outros 13% descreveram a companhia como manual, por utilizar apenas ferramentas e práticas básicas e de forma limitada. Já outros 15% definiram a empresa como avançada. Essas empresas têm amplo uso de ferramentas, análises e práticas avançadas para melhorar o aproveitamento dos dados em seus esforços de marketing e vendas.

A partir dessa análise, o relatório mostrou quais são os maiores desafios do novo marketing.

1. Transformar big data em experiências envolventes para os consumidores e convertê-la em vendas

O levantamento mostra que apesar de 56% dos executivos acreditarem que a tecnologia é extremamente importante em todas as fases do processo de compra, somente 23% deles dizem que usam a tecnologia extensivamente para gerenciar relacionamentos com clientes, e apenas 38% dizem que suas ferramentas de marketing são integradas em seu CRM.

2. A integração entre as equipes de marketing e vendas

Esse é o segundo fator crítico mais citado no estudo no que diz respeito ao "novo marketing". Sem ferramentas tecnológicas e integração das equipes, informações valiosas dos clientes e prospects são desperdiçadas. Aliás, 63% dos "manuais" citam a falta de tecnologias específicas como a barreira número um para a efetividade de suas ações de marketing.

3. Ter equipes qualificadas

Quando questionados sobre a qualificação das equipes, 72% dos "avançados" informaram que as métricas de marketing foram facilmente compreendidas por todos os usuários, enquanto apenas 39% dos "limitados" e 30% dos "manuais" fizeram a mesma afirmação.

4. Automação quando se trata de leads qualificados

A grande maioria dos entrevistados tem pouca ou nenhuma automação quando se trata de leads qualificados (80%) ou geração de leads para vendas (75%). Como resultado, quase metade deles (47%) simplesmente repassa qualquer lead, gerando perda de tempo das equipes de vendas em leads não qualificados.

5. Direcionar as ações de marketing para relacionamentos de longo prazo

Apesar de três quartos dos entrevistados afirmarem que suas empresas adotam uma abordagem estratégica para o marketing, quase metade diz que seus objetivos de marketing são mais sobre vendas imediatas do que relacionamentos de longo prazo. A exceção fica por conta dos "avançados" − somente 25% deles priorizam as vendas imediatas.

Entre os pesquisados, 93% dos "desenvolvidos" pretendem aumentar o uso de tecnologias de marketing nos próximos dois anos. Até mesmo os "manuais" planejam aumentar o uso de ferramentas, já que os mercados estão se tornando cada vez mais digitais.

O marketing digital, em particular, criou um novo modelo de trabalho. Ao invés de gastar grandes quantias de dinheiro, tempo e energia em uma única campanha publicitária que vai alcançar um grande público, o marketing digital cria campanhas personalizadas e super direcionadas. Isso exige visão em tempo real e automação para criar a oferta certa e conseguir fechar a venda.

Fonte: http://portalnovarejo.com.br/ 

POR QUE A TECNOLOGIA PODE APRIMORAR O VAREJO

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Com um consumidor em constante mudança, as empresas precisam acompanhar cada ciclo. Especialista aponta as tendências mais fortes para o setor.

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O crescimento acentuado do e-commerce ampliou a concorrência e é natural que os lojistas busquem novas soluções para se destacar e aumentar a taxa de conversão. Segundo pesquisa da Forrester, a soma das vendas dos três maiores mercados da América Latina (Brasil, Argentina e México) deve alcançar US$ 30,9 bilhões em 2020.

As novas tecnologias possibilitam que o varejista conheça melhor o seu consumidor para que este possa ser tratado de forma personalizada, com ofertas de seu interesse e outros serviços que tragam mais comodidade durante o processo de compras. Ferramentas que utilizam soluções de Big Data permitem também conhecer melhor o mercado e as tendências de compra por setor e tipo de produto. Por outro lado, o consumidor tem a seu favor, uma série de ferramentas que favorecem a pesquisa instantânea de preços, capacitações e condições entre lojas concorrentes.

Outra tendência fundamental é o omni channel, que têm como premissa a multicanalidade do consumidor moderno, que busca uma melhor experiência de compra, possibilitando a aquisição do produto pelo ambiente online e o recebimento na loja física, por exemplo. A integração dos canais é uma demanda importante do consumo moderno que precisa ser atendida por lojistas de todos os segmentos, sob o risco de perda na conversão e fidelidade do cliente para um concorrente com abordagem digital.

Este cenário vai ao encontro do abrupto crescimento da busca de produtos e efetivação de compras via mobile, bem como a virtualização de pagamentos, na qual os dados do cartão já ficam armazenados em uma base segura, permitindo a compra com apenas um clique, como ocorre com o Cartão Protegido Braspag. Já os recursos da Internet of Things (IoT), vêm chegando para revolucionar todo este processo, possibilitando que produtos também se tornem canais de compras. Segundo dados do IDC, a IoT deve movimentar US$ 4,1 bilhões no Brasil em 2016 e os dispositivos domésticos conectados movimentarão US$ 37 milhões.

As ferramentas que proporcionam virtualização de pagamentos, integração mobile e recursos IOT exigem plataformas que garantam agilidade e total segurança dos dados do consumidor. Por isso, é essencial contar com empresas que possuam certificações internacionais de segurança e apostem em data centers robustos e soluções responsivas. Segurança e privacidade são temas permanentes que desafiam a inovação, pois, infelizmente, o desenvolvimento de novos métodos de fraude caminha em paralelo com a evolução do comércio e da tecnologia.

A inovação no consumo, que o torna cada vez mais digital, multicanal e automatizado através de "coisas" que compram segundo alguma regra prévia do usuário (IoT) traz ainda um desafio maior: o armazenamento e tratamento de uma infinidade de informações geradas a cada compra. Afinal, dados do cliente, meios de pagamento, geolocalização do comprador, regra de consumo adotada, além dos tradicionais SKUs do item comprado, entre outra infinidade de dados são capturados a cada nova transação. O uso aplicado destas informações pode gerar modelos interpretativos e preditivos que transformará as estratégias de marketing e a aquisição de novos clientes. Esta já é uma nova revolução, com grande impacto não somente em lojistas, mas que afeta a publicidade, canais de mídia e agências de comunicação, gerando também uma migração para o universo digital.

Fonte: www.portalnovarejo.com.br