QUAL O SEGREDO DE QUEM CRESCE NA CRISE?

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mpresário José Rizzo, da empresa Pollux, não tem medo de tempo ruim. Mesmo em um momento de recessão, ele resolveu que não ia deixar de brigar por seu espaço no mercado de automação de linhas de montagem.

grafico estrategia inflacao

Em 2015, enquanto a produção de carros despencava 23%, sua empresa dobrou de tamanho. O segredo? Olhar para dentro de casa. Rizzo estudou o mercado, avaliou a concorrência e conseguiu se estabelecer em um nicho lucrativo, o de veículos de luxo.

Assim como ele, os chamados empreendedores de alto impacto – que tem crescimento médio de 99% em três anos – estão conseguindo fugir da crise com soluções que dependem só da empresa e não da economia.

É o que mostra uma pesquisa feita pela Endeavor, com apoio da Neoway, empresa de soluções de Big Data, e patrocínio do banco J.P. Morgan, por meio do programa J.P. Morgan Chase Foundation.

O estudo Desafios dos Empreendedores Brasileiros 2016 entrevistou mil empresas de todas as regiões do país, divididas em três categorias: geral (crescimento de até 40% na equipe nos últimos três anos), alta performance (expansão superior a 40% no mesmo período) e alto impacto (os 31 empreendedores apoiados pela Endeavor com crescimento médio de 99% em três anos).

Para os empreendedores em geral, a crise afeta mais os seus negócios do que sua própria competência para resolver os problemas. No entanto, para os negócios de alto impacto, a solução está dentro de casa e eles culpam menos o ambiente externo.

Quando questionados sobre o que mais afeta o resultado, numa proporção de 0% a 100%, a crise aparece com 43% e a competência interna, com 57%. É o contrário do que dizem os empreendedores em geral. Para eles, a crise é a responsável por 60% dos resultados.

Um aspecto importante das empresas que mais crescem e que pode ser usado no seu negócio é não se deixar abater por questões complexas como a burocracia, as regulações jurídicas e o custo da mão de obra com carteira assinada.

O estudo apontou ainda que networking e capacitação são essenciais. Entre os negócios de alta performance e de alto impacto, 58% e 100% recebem mentoria, respectivamente. Na média geral, mais de 80% dos empreendedores responderam que participam de palestras, congressos e competições de modelos de negócios.

* Texto publicado no caderno Vida Ganha, do jornal Extra, em 19 de julho de 2016.

Fonte: www.revistapegn.globo.com

3 SEGREDOS DOS EMPREENDEDORES BEM-SUCEDIDOS

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Foco leva ao sucesso. Num mundo onde a capacidade de focar é mínima, aqueles que conseguem saem na frente. Apesar desta ser uma verdade quase absoluta, muitos empreendedores se esquecem do básico. Você só consegue fazer uma coisa (benfeita) por vez. Como não sou capaz de definir "sucesso" (dinheiro? saúde? curtidas no Facebook?), prefiro me concentrar em três ideias práticas que podem ajudar os empreendedores a avançar na sua batalha diária.

Meditação Mindfulness está na moda. Isso é bom e ruim. Bom, porque é muito legal que cada vez mais as pessoas se conscientizem de que é no momento presente que as coisas acontecem. Ruim, porque a maioria fica na superficialidade do conceito e, portanto, não consegue de fato usar essa ferramenta tão poderosa para mudar suas vidas. Por isso, decidi focar aqui no elemento central do conceito de mindfulness, a boa e velha meditação. Diversos estudos provam os benefícios que a meditação traz, sendo o principal deles a capacidade de "zerar" a mente para enfrentar novos desafios, e tomar mais e melhores decisões. Sem nenhum tipo de ligação com dogmas, crenças e religiões, recomendo a leitura deste livro para a iniciação desta prática que, sem dúvida, vai te beneficiar.

Minimalismo Nosso cérebro não está preparado para realizar mais de uma tarefa a cada momento. É um fato. Quando forçamos o modo multitarefa, ele pifa. Como normalmente empreendedores estão neste modo, dá para entender porque vivemos com tanto estresse e tomamos tantas decisões ruins sem percebermos. Uma das formas mais eficazes de evitar isso é reduzir a quantidade de "coisas" que chegam até você. Quanto menos decisões você tiver que tomar no dia-a-dia, melhores serão as que sobram. Pense: a cada manhã, antes de sair de casa, você toma uma série de decisões que gastam a sua "memória RAM" para o resto do dia. Que roupa vestir, que notícias ler, que bagunça arrumar, que facebook, whatsapp, twitter atualizar... O minimalismo como estilo de vida busca evitar justamente isso. A proposta é ajudar a focar no que é realmente relevante para você, sem distrações. Para uma iniciação ao tema, recomendo a leitura deste site e deste outro.

Concentração Como último ponto e, de certo modo, resumo dos demais, acho fundamental falar sobre a "arte de se concentrar", o que não é fácil. Mais uma vez, nosso cérebro não está preparado para essa tarefa. Nossa capacidade de concentração é muito reduzida. Quando juntamos isso às infinitas distrações do dia-a-dia, nos tornamos pouco criativos e muito improdutivos. Aqui o truque é novamente aceitar o momento presente. Sugiro o seguinte exercício: busque conversar com três pessoas que você considera altamente produtivas e, de certo modo, felizes. Entenda suas rotinas diárias, a forma como tomam decisões. Certamente você verá nelas uma alta capacidade de concentração nas ações que estão executando. Nessa época pós-Olimpíada, pense nos esportistas de elite. O nadador e a corredora, quando estão competindo, estão concentrados. O foco é chegar à meta. Em primeiro lugar. Eles sequer estão pensando nos seus competidores. Eles se concentram no melhor que podem fazer naquele momento com seus próprios corpos. Se isso for suficiente para chegar na frente, ótimo! Se não for, sem dúvida eles sabem que chegaram no seu limite e vão aprender com aquela competição para melhorar no futuro. Como exercício adicional, veja muitas competições de esportes individuais (atletismo, natação etc.) para entender o que estou falando aqui. A lição sobre concentração é garantida.

Em meus anos como empreendedor e estudioso do assunto, percebi que a capacidade de focar e ter atenção plena é fundamental para a sobrevivência dos negócios e para a evolução profissional. Qualquer esforço para melhorar nesse sentido vale a pena. Eu garanto.

As informações deste artigo refletem apenas as opiniões do autor, e não da Pequenas Empresas & Grandes Negócios.


Fonte: www.revistapegn.globo.com             

6 PASSOS PARA ALCANÇAR SEU CLIENTE VIA MOBILE

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Boa parte dos acessos às lojas virtuais é via mobile. Veja as dicas dos especialistas da Serasa Experian Marketing Services para uma estratégia assertiva

O uso de dispositivos mobile cresce em ritmo acelerado no mundo inteiro. Mais do que facilitar a comunicação e nos manter conectados 24 horas por dia, os dispositivos móveis revolucionaram a forma de fazer negócios.

Estudos recentes nos Estados Unidos (UPS Pulse of the Online Shopper) mostram que as compras online já superaram as compras em lojas físicas e, além disso, 77% dos usuários de aparelhos móveis têm usado seus dispositivos durante o processo de compras. No Brasil, de acordo com o relatório Webshoppers, do E-bit, 35% dos acessos a lojas virtuais em 2015 foi via mobile. Ou seja, mais de um terço do tempo em que visitam um e-commerce, esses consumidores o fazem por um dispositivo móvel. Em dezembro de 2015, 14% do volume de compras em lojas virtuais foi feito por um smartphone ou tablet.

Para o gerente da Serasa Experian Marketing Services, Fernando Rosolem, entender as necessidades dos clientes é o maior desafio do marketing. "O marketing em canais como tablets e smartphones oferece oportunidades únicas, já que normalmente este é um momento de total atenção do usuário, onde ele está em busca de entretenimento, informação ou serviço".

Especialistas da Serasa Experian Marketing Services elegeram seis dicas para uma estratégia de mobile marketing assertiva:

1. Design responsivo
Hoje em dia é esperado pelos consumidores que a experiência no computador/notebook, tablet e celular sejam igualmente agradáveis e fluídas. Independentemente do dispositivo que seu cliente esteja utilizando, o site deve se adequar ao tamanho da tela, e não o contrário.

2. Identificação
Apesar de navegar em diferentes dispositivos, a transição entre esses canais deve ser orgânica para o consumidor. Ou seja: quanto mais integradas forem as plataformas, maiores as chances de reter e fidelizar aquele cliente. Se o seu consumidor comprou uma televisão na loja física, quando ele fizer login no seu site já espera que o seu sistema tenha aquela informação. E lhe ofereça, por exemplo, acessórios para integrar o ambiente em que instalou sua televisão, e não um novo aparelho igual ao que ele acaba de adquirir;

3. Personalização
Com as tecnologias disponíveis é possível criar um conteúdo específico para cada um dos consumidores. Quanto mais informações você tiver sobre aquele cliente, mais assertiva será sua comunicação. Hoje em dia, existem ferramentas que auxiliam na segmentação da audiência, que garantem oferecer o produto certo, na hora – e no device – certos para cada consumidor;

4. Redes Sociais
O acesso às redes sociais via mobile é cada vez maior. Algumas redes, como Instagram e Snapchat são de uso exclusivo em smartphones. Por isso, a presença digital nestes canais é essencial para falar e atrair o consumidor para o seu site e também para que ele compartilhe com seus amigos/seguidores sobre a experiência com sua marca;

5. SEO
Assim como nos desktops, o Google é a principal ferramenta de busca por informações. Por isso é necessário trabalhar o SEO do seu site também para as buscas por mobile. Palavras-chave para a mesma busca podem variar de acordo com o dispositivo utilizado, por isso a estratégia de SEO deve ser dedicada para este tipo de navegação;

6. Publicidade
Além da segmentação por comportamento é possível também direcionar a publicidade de acordo com o tipo de aparelho que a pessoa esteja utilizando. Sendo assim, desenvolver uma estratégia própria para cada tipo de device aumenta as chances de atrair o cliente e concluir uma venda.

É importante ter em mente também que a experiência física e a virtual são complementares e igualmente fundamentais para a decisão de compra. Isso porque enquanto estão dentro da loja, assistindo a um comercial na TV ou caminhando por um shopping center, os consumidores utilizam seus dispositivos para consultar e comparar preços, verificar especificações técnicas e checar a reputação da loja e dos produtos.

Fonte: http://portalnovarejo.com.br/ 

3 DICAS PARA TER UM NEGÓCIO DE IMPACTO DE SUCESSO

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A boa relação com os investidores é essencial para o crescimento do negócio.

Qual o caminho para ter um negócio de impacto com potencial de sucesso e crescimento?
Esta pergunta foi respondida na tarde desta quarta-feira, em São Paulo, no Fórum de Finanças Sociais e Negócios de Impacto - Investir Para Transformar.

Na palestra "Empreendedor de Impacto: da ideia ao sucesso", Maure Pessanha, diretora executiva da Artemisia, e Rodrigo Menezes, sócio-fundador da Derraik & Menezes, falaram com um time de especialistas sobre o tema e deram dicas para o empreendedor ter uma boa relação com seu investidor.

1. Construa uma Relação de confiança com o investidor
Se o empreendedor e o investidor não compactuam da mesma visão de negócio, é possível que a empresa não funcione. "É essencial entrar em sintonia com a visão do seu investidor. No momento da captação do fundo de investimento, é preciso garantir que ambos tenham a mesma cabeça, de modo que haja uma relação de confiança do começo ao fim", diz o empreendedor Hassin Molaib, da ProRadis.

2. Cumprir o combinado
Na negociação inicial, quando um empreendedor está buscando convencer os investidores, tudo o que for prometido deve ser cumprido. "Quando tive um prejuízo financeiro, precisei provar em dobro ao meu investidor que ele podia confiar no meu negócio e que daria certo. Sabia que dependia de mim prová-lo. Me dediquei ao máximo para passarmos pelo susto inicial. Hoje, o negócio valia mais do que pensavam na época", conta o empreendedor André Albuquerque, da Terra Nova.

3. Vontade genuína por mudança
Um empreendedor de impacto deve acreditar fielmente na mudança social que a sua empresa trará às pessoas. "A paixão deve nortear o empreendedor de impacto. Se ele entrar no negócio pelo dinheiro, ele estará sendo apenas um investidor. Os empreendedores que dão certo são os que apresentam resiliência e paixão durante toda a caminhada", diz Daniel Izzo, sócio e diretor executivo da Vox Capital.

Para Paulo Belotti, fundador e diretor executivo da Mov Investimentos, a vontade genuína pela mudança social também deve nortear o empreendedor. "Às vezes, nós, como investidores, aceitamos retornos financeiros menores quando percebemos o a vontade do empreendedor de alcançar grande impacto no ambiente. Ele deve ter boa capacidade de relacionamento e buscar resolver genuinamente um problema social importante".

 

Fonte: http://revistapegn.globo.com/