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CHAPA INSCRITA PARA A ELEIÇÃO DO SINDICOM – QUADRIÊNIO 2018-2022

Diretoria Executiva
Presidente: Rolemberg Macedo dos Santos
Vice presidente: Antônio Carlos Lemos Santana
Secretário: José Adauto dos Santos Vieira
Tesoureiro: Eduardo Oliveira Carqueija
Dir. Sindical: Eduardo Oliveira Carqueija Junior

Conselho Fiscal
Jorge Antônio Braga
Edilton Leite Medeiros
Waldeck Caricchio

Suplentes do Conselho Fiscal
Taiza Moitinho Souza Lima
André Luiz de Aquino Nogueira
Newton Isozaki

Suplentes de Diretoria
Edinaldo Cabral Velanes Junior
Celso Rosa
Paulo Roberto de A. costa
Mariene dos Santos Dórea
Edilson Neves Xavier

Está com o "nome sujo na praça"? Saiba como regularizar sua situação

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O Procon-SP dá todo o passo a passo sobre como limpar seu nome dos serviços de proteção ao crédito; confira as dicas.

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Após pagamento, para assegurar que o nome já está limpo, deve-se tirar extrato no cartório e SPC

Em tempos de crise, muitas pessoas tornam-se inadimplentes. Só na cidade de São Paulo, dados da FecomercioSP mostram que, em abril, mais da metade das famílias estão endividadas. No País, são mais de 60 milhões de pessoas nesta situação, segundo a Serasa Experian. Se você teve seu "nome sujo" e deseja limpá-lo, o Brasil Econômico traz um passo a passo das ações necessárias para fazê-lo, baseado em dicas da Fundação Procon-SP.

As dicas traçam cenários diversos, possíveis para a inadimplência, e podem te ajudar a regularizar sua situação junto aos bancos, cartórios e serviços de proteção ao crédito. Veja.

Cheques

Todos os cheques sem fundo são registrados no CCF (Centro de Emitentes de Cheques sem Fundo do Banco Central). Se o seu problema de endividamento for este, você deverá reaver o cheque em questão no local indicado pelo fornecedor – ou mesmo com o próprio fornecedor. Para tanto, deverá pagar o débito (valor grafado no cheque, correção monetária e juros de mora), gerando uma carta de anuência com firma reconhecida (que é a declaração de pagamento).

Depois disso, você deve entregar na agência bancária (de origem da conta): o documento de quitação de débito, a cópia do cheque que deu origem à ocorrência e a certidão negativa de protesto emitida pelo Cartório de Protesto da cidade onde possui a conta corrente. Você também precisará pagar uma taxa, já pré-estabelecida pelo Banco Central, para a respectiva baixa no CCF.

Cartório

Se o débito (desde que checado previamente) vier de nota promissória, duplicata, letra de câmbio ou cheque sem fundo estiver em cartório, você só precisará pagar o valor impresso na intimação, sem extras. Porém, caso o prazo estipulado na intimação esteja vencido, a dívida só poderá ser quitada junto ao credor. Se você não sabe qual o local de origem do protesto, basta procurar o distribuidor de protestos (cartório centralizador da capital) e solicitar uma busca.

Depois da quitação do pagamento, você deverá entregar os comprovantes com firma reconhecida (carta de anuência e/ou recibo de pagamento) no cartório onde o título foi protestado para que seja efetuada a baixa. O Procon-SP recomenda que você pergunte quanto tempo irá levar para o cancelamento do registro.

SPC ou Serasa

Após a quitação da dívida com o credor, este deverá contatar os cadastros de proteção ao crédito – como o SPC ou Serasa Experian - a fim de solicitar a exclusão do nome do consumidor.

O Procon-SP destaca que o nome do inadimplente não poderá ser enviado aos cadastros de proteção ao crédito se a dívida estiver sendo discutida judicialmente. Além disso, a pessoa deve ser sempre avisada previamente.

Uma vez quitada a dívida, o nome do inadimplente deve ser retirado do banco de dados imediatamente. Em caso de acordo, isto deverá acontecer a partir do pagamento da primeira parcela. Depois disso, para assegurar que o nome já está limpo, o consumidor deve tirar um extrato no cartório e no SPC – Serviço de Proteção ao Crédito, além de uma certidão negativa.

Se o consumidor constatar que seu nome está na lista do Serasa ou do SPC por erro, deve procurar a instituição que consta como informante e solicitar o cancelamento. Se a inclusão for, comprovadamente, indevida e este fato resultar em algum prejuízo, o consumidor poderá pleitear judicialmente indenização por perdas e danos.

Além disso, as instituições de proteção ao crédito não podem fornecer ou manter em seus registros informações negativas referentes a período superior a cinco anos. Isso, porém, não significa que a dívida deixou de existir.

Fonte: portaldoconsumidor.gov.br

6 TENDÊNCIAS DE NEGÓCIOS EM ALTA NA CRISE

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A mudança no comportamento do consumidor impulsiona empresas de reforma, por exemplo.

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Segundo dados do IBGE, mais de 10 milhões de brasileiros estão desempregados. Para muitas pessoas, o empreendedorismo vira uma opção de geração de renda. "O momento de crise não é um momento de chorar. É de olhar para as oportunidades", diz Fabiano Nagamatsu, consultor do Sebrae-SP.

Nem toda oportunidade, no entanto, rende bons resultados em tempos de economia em baixa. "Em tempos de crise, o mundo segue em frente. O que muda é a velocidade e a direção do consumo", afirma Alessandro Saade, docente do MBA in Innovation Management da BSP – Business School São Paulo.

Por isso, é importante pesquisar e planejar antes de investir em um novo negócio. "No momento de turbulência, o empreendedor que consegue planejar e inovar corre menos risco", diz Nagamatsu. Confira a seguir seis tendências de negócios para a crise.

1. Brechós
Um dos efeitos mais graves da crise é a diminuição do consumo. Quase todo mundo diminuiu os gastos e está cortando compras desnecessárias. "Um mercado que tem crescido, principalmente para o público da classe C, é o comércio de brechó. O consumidor não compra mais as mesmas marcas que usava antes e já começa a aceitar itens seminovos ou reformados", diz Nagamatsu.

2. Consertos e reformas
Assim como os produtos de segunda mão, o brasileiro mudou na hora de optar por uma reforma. Se antes a troca de um móvel, por exemplo, valia a pena. Hoje, a opção é reformar. "O mercado de consertos e reparos também cresce em várias áreas, como a de vestuário. Não só o público das classes C e D, mas a classe B tem buscado essa alternativa", diz Nagamatsu.

3. Oficinas mecânicas
No mesmo raciocínio, o mercado de oficinas mecânicas se mantém aquecido. Com o corte no orçamento, fica mais vantajoso fazer a manutenção ou o reparo do veículo do que comprar um zero quilômetro. "As oficinas cresceram 26% no estado de São Paulo neste primeiro bimestre, comparado com o mesmo período de 2015. E a tendência é manter o volume em alta, afinal, a decisão é postergar a troca do carro e dar uma caprichada no atual", diz Saade.

4. Atacado
Lojas que atuam no "atacarejo", ou seja, misto de atacado e varejo também têm apresentado bom desempenho na crise. "As famílias começaram a consumir nestes estabelecimentos buscando preços mais atrativos, migrando o consumo dos supermercados de bairro para o atacarejo", afirma Saade.

5. Alimentação
A perda da empregada doméstica, fato crescente nos últimos três anos, fez crescer outro segmento: o de alimento para consumo domiciliar. "Comida congelada em porções ou entregues diariamente é um mercado que cresce bastante", diz Saade.

Outro segmento dentro do mercado de alimentação é de comida saudável. "A busca por uma vida mais saudável muitas vezes não exige gastar muito. Estamos vendo o crescimento de negócios que simplificam a vida e sejam naturais", diz Nagamatsu.

6. Tecnologia
O avanço da tecnologia também mostra uma oportunidade. "As pessoas se tornaram mais hightech, não só os jovens, mas também os idosos. Usamos os smartphones para tudo, porque gera comodidade e praticidade", diz Nagamatsu. Aplicativos e serviços digitais que possam facilitar a vida das pessoas sem custar muito têm mercado.

Fonte: revistapegn.globo.com

AS REGRAS PARA QUEM QUER SER MICROEMPREENDEDOR INDIVIDUAL

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Confira as regras básicas para abrir uma empresa como MEI

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Desde 2009, os brasileiros passaram a ter uma opção fácil e rápida para deixar de ser um empreendedor informal e regularizar sua situação através do Microempreendedor Individual (MEI). O MEI é destinado para as pessoas que trabalham por conta própria e se legalizam como pequenos empresários, com carga tributária mais baixa e acesso a benefícios como a Previdência Social.

A lei do MEI foi aprovada em 2008 e passou a valer no ano seguinte. Desde então, quase seis milhões de empreendedores deixaram a informalidade e conseguiram operar suas pequenas empresas dentro da lei. Para virar MEI, basta fazer um cadastro bem fácil no site portaldoempreendedor.com.br.

Em poucos minutos, você consegue o seu Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ) e fica mais simples abrir uma conta no banco para sua empresa, emitir notas fiscais e buscar empréstimos. Muitos tipos de negócios podem optar por este modelo. Hoje, mais de 500 atividades são permitidas, como artesão, advogado, cuidador de animais, diarista e quitandeiro.

Mas, nem todo mundo pode virar MEI e é preciso seguir algumas regras. Esta categoria não pode ter faturamento acima de R$ 60 mil por ano. Além disso, a lei não permite que você tenha várias empresas ao mesmo tempo. Em geral, o MEI trabalha sozinho, mas ele pode ter um emprega- do que recebe um salário mínimo ou o piso da categoria.

O MEI automaticamente é enquadrado no Simples Nacional, um regime tributário simplificado que reúne oito impostos em uma mesma alíquota, e não precisa pagar os tributos federais, como Imposto de Renda, PIS, Cofins, IPI e CSLL. O empreendedor paga apenas um valor fixo mensal que varia para cada setor: R$ 45 no comércio ou na indústria; R$ 49 para prestação de serviços; e R$ 50 para empresas de comércio e serviços. Este valor será usado na Previdência Social e no pagamento de ICMS ou ISS.

Com essas contribuições, o novo empresário terá acesso a benefícios como auxílio-maternidade, auxílio-doença e aposentado- ria, por exemplo. Todo ano os valores mudam e os boletos mensais devem ser emitidos no Portal do Empreendedor. Quase metade dos microempreendedores tem um estabelecimento fixo para trabalhar, mas muitos ainda usam a própria casa e mesmo a rua. Antes de começar seu negócio em casa, verifique na prefeitura se a atividade é permitida no seu endereço e conseguir um alvará de funcionamento.

Fonte: revistapegn.globo.com 

POR QUE CONFIANÇA É ESSENCIAL NA SUA EMPRESA

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Todas as empresas buscam ganhar a confiança dos seus públicos

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A equação óbvia e racional é que ser confiável somado a ser transparente fará com que as pessoas a acreditarem em você. Em outras palavras, a confiança deveria levar à credibilidade.

Isso faz sentido. Ser honesto – agindo de uma maneira que as pessoas acreditem – além de ser transparente para que as pessoas consigam ver o quão confiável você é deveria bastar.

Mas então, como explicamos que marcas como a Coca Cola e a Google sejam confiáveis? A receita é secreta, o algoritmo é secreto e os concorrentes como DuckDuckGo agem, sem dúvida, de uma maneira bem mais confiável. Na verdade, a confiança geralmente vem de algo totalmente diferente. É mais sobre símbolos, expectativas e mistério.

Considere a relação que você poderia estabelecer com um médico, caso precisasse de uma cirurgia. Você confia a sua vida a essa pessoa, mesmo sem ver todas as estatísticas das cirurgias que ela já fez, sem ter entrevistado pacientes antigos e sem avaliar os pontos que ela acumula no quadro do hospital.

Em vez disso, você aceita a cirurgia de cara com base na indicação de um médico, de alguém do seu escritório ou de como você está sendo tratado no hospital. Nós fugimos da cirurgia quando recebemos um atendimento frio ou quando a recepcionista nos trata de maneira grosseira.

O mesmo é válido para toda a comida que comemos. Nós não só nunca visitamos abatedouros ou as cozinhas de restaurantes, como fazemos um esforço para evitar imaginar que esses lugares realmente existem.

Na maioria dos comerciais e campanhas de engajamento, a confiança é algo que queremos e lutamos para conseguir, mas nós utilizamos a semiótica e a interação de pessoas mais básica para escolher onde depositamos a nossa confiança. E uma vez que essa confiança é quebrada, não existe transparência no mundo que consiga mudar a nossa cabeça.

Essa é a confiança de 10 mil anos atrás, uma ressaca de uma época bem mais simples, quando as estatísticas ainda nem tinham todo esse poder. Mas agora isso está enraizado em como nós julgamos e somos julgados.

Teste rápido: Considere o quanto você confia no Aécio, Dilma, Marina ou Alckmin. Essa confiança é baseada em transparência? Em uma análise racional dos depoimentos públicos ou das ações privadas? Ou é algo muito mais profundo que isso? Quais são os sinais e práticas em quais você acredita? O tom de voz? Postura? Aparência? Será que mais transparência mudaria a sua opinião sobre alguém em quem você confia? E se fosse sobre alguém que você não acredita?

Na verdade, nós confiamos nas pessoas quando nós precisamos, e reconstruir isso, uma vez que tenha sido destruída, é bem difícil. Isso acontece porque as nossas expectativas – as quais não são baseadas em big data – mostram-se falsas e não são atingidas.

A confiança, na verdade – mesmo na cultura moderna – nem sempre vem com publicidade e/ou providenciar mais transparência, mas sim com as ações das pessoas – ou o que achamos que elas fazem – na frente dos nossos olhos.

Ela vem de pessoas que oferecem ajuda antes mesmo de alguém pedir, de pessoas que estão lá quando você acha que ninguém está prestando atenção. A confiança vem de pessoas ou organizações que desempenham um papel que nós precisamos que eles façam.

Nós confiamos nas pessoas nos baseando nas dicas que o tom de voz delas nos dão, nos comentários que elas fazem sobre assuntos irrelevantes e nos "sim" que elas respondem sobre o que os outros pensam. Geralmente, pessoas como nós confiam em pessoas como nós.

O mistério que existe em situações sem uma transparência completa, na verdade, amplifica esses sentimentos.

Eu estou preocupado com 2 problemas reais, um pior que o outro:

1. A pessoa ou empresa que é confiável, mas falha em entender ou tomar medidas nos símbolos ou mistérios que realmente levam a uma confiança plena. Como resultado, eles falham em causar o impacto que poderiam ter.

2. As pessoas ou empresas imorais que descobrem que é possível ser confiável mesmo sem fazer todo o trabalho duro que envolve ser honesto e ganhar a confiança das pessoas.

Nós podemos estar caminhando rumo a um mundo no qual dados e estatísticas serão a forma dominante de escolher em quem se confia. Mas, enquanto isso não acontece, os símbolos e sinais que mexem com a nossa visão de mundo irracional continua sendo o que guia nosso pensamento.

Fonte: http://revistapegn.globo.com/