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CHAPA INSCRITA PARA A ELEIÇÃO DO SINDICOM – QUADRIÊNIO 2018-2022

Diretoria Executiva
Presidente: Rolemberg Macedo dos Santos
Vice presidente: Antônio Carlos Lemos Santana
Secretário: José Adauto dos Santos Vieira
Tesoureiro: Eduardo Oliveira Carqueija
Dir. Sindical: Eduardo Oliveira Carqueija Junior

Conselho Fiscal
Jorge Antônio Braga
Edilton Leite Medeiros
Waldeck Caricchio

Suplentes do Conselho Fiscal
Taiza Moitinho Souza Lima
André Luiz de Aquino Nogueira
Newton Isozaki

Suplentes de Diretoria
Edinaldo Cabral Velanes Junior
Celso Rosa
Paulo Roberto de A. costa
Mariene dos Santos Dórea
Edilson Neves Xavier

6 dicas para reter talentos na sua empresa

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Profissionais valorizam cada vez mais os benefícios e planos de carreira.

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A cada nova geração que aparece, as necessidades exigidas das empresas mudam. O ambiente de trabalho está cada vez mais diversificado e isso é essencial para manter os funcionários satisfeitos. "A motivação foi mudando ao longo das gerações, do crescimento demográfico e das megatendências", explica Graziela Moreno, CEO da Academia de Estratégia (ACAD).

Em um momento de crise com as pessoas mais inseguras no âmbito profissional, o empreendedor deve ter estratégias para reter os funcionários mais talentosos de sua empresa. "A preocupação não está em reter qualquer funcionário, mas sim os talentosos, que vão garantir o desenvolvimento de seu negócio no futuro", afirma Graziela.

Para ajudar nessas situações, a CEO da ACAD separou seis dicas para os empreendedores conseguirem manter sua equipe engajada.

1. Autonomia

Atualmente, as pessoas têm muito mais autonomia em relação a sua vida profissional e financeira. "Quanto maior o foco no resultado e não no processo em si, mais engajado o profissional fica", diz Graziela. Não importa como o funcionário planejou as suas tarefas, se elas forem entregues no prazo e com qualidade, devem ser valorizadas. Além disso, o ambiente de trabalho deve ajudar o profissional a explorar sua criatividade e desenvolver outras competências.

2. Benefícios

"O salário interfere diretamente na escolha de um funcionário, mas não é o fator determinante", afirma Graziela. A empresa pode sair do convencional e, além de oferecer, por exemplo, plano de saúde, pode ter descontos para academia. Parcerias com escolas de línguas e universidades também são uma boa opção para atrair grandes talentos.

3. Plano de carreira

O trabalhador precisa ter claros os passos que podem levar ao seu desenvolvimento dentro da empresa. É isso que faz com que ele se sinta motivado: ter uma perspectiva de crescimento. "Recentemente, uma empresa veio pedir nossa ajuda porque seus funcionários não estavam engajados o suficiente. Desenvolvemos um plano de carreira para esses profissionais e logo percebemos que eles ficaram mais motivados", conta Graziela.

4. Ambiente

Um ambiente mais amigável, em que as pessoas se sintam à vontade para interagir, estimula a criatividade dos profissionais. As confraternizações devem ser incentivadas para que os funcionários criem maiores laços entre si. Além disso, o ambiente físico não pode ser deixado de lado. Uma estética agradável traz um sentimento de aconchego para a equipe. "As pessoas estão sempre preocupadas com o espaço físico, mas o ambiente gerado pela convivência também é muito importante", diz Graziela. Ter uma sala de descanso também é uma boa ideia.

5. Flexibilidade

Independente da geração, a maioria dos funcionários já não está mais tão disposta a trabalhar 40 horas semanais, ainda mais em um mesmo ambiente de trabalho. "É bom que a empresa ofereça, na medida do possível, horários flexíveis. Tudo isso sem interferir em questões legais", diz Graziela. O empreendedor pode estipular metas à sua equipe e o profissional fica livre para se organizar da forma que lhe for mais confortável. Outra alternativa é oferecer um dia de home office na semana.

6. Comunicação

Além do empreendedor dar um feedback para os membros de sua equipe, ele também deve se mostrar disposto a ouvir o que seus funcionários pensam da empresa. "Recomendo que esse líder sempre aplique algumas pesquisas de clima, nas quais os profissionais possam dar sugestões para a melhoria da empresa. A partir daí, é possível fazer um plano de ação que englobe essas informações coletadas", afirma Graziela.

Fonte: http://revistapegn.globo.com/

Zika vírus, Chikungunya, Dengue: É preciso mais do que dinheiro e trabalho, precisamos de conscientização

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Na terça-feira 15 estiveram presentes representantes das entidades de classe CDL, SINDICOM, APEMI, ACI, AMPESBA, para ouvir o Secretário de Saúde do Município de Itabuna, sobre o real quadro da epidemia dos vírus transmitidos pelo mosquito Aedes Aegypti.

Promovido pela CDL de Itabuna, a reunião foi muito importante para que a sociedade civil organizada pudesse saber os números reais da epidemia que assola nossa cidade que até 10 de março chegou a mais de 26.000 casos confirmados na cidade, e que a previsão é que em pouco tempo mais de 100.000 pessoas sejam infectadas.

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Todos os dados são alarmantes e o Secretário Paulo Sérgio Bicalho, abriu espaço para dizer sobre as ações que o governo municipal está tomando para tentar minimizar a situação. Com o foco inicial em acabarem com os criadouros de larvas dos insetos, as ações junto à comunidade com agentes de endemia e de saúde que chegam a mais de 500 pessoas é constante. Com o que chamam de "faxinaço", a Secretaria de saúde através de seus agentes, buscam não só os focos da doença, mas um trabalho de conscientização com a comunidade quando aos seus reservatórios e recipientes de água, assim como a limpeza pública. Alguns calendários foram distribuídos para estimular a periodicidade da limpeza e busca por possíveis criadouros dos insetos transmissores. Em alguns bairros estão sendo instaladas telas apropriadas para reservatórios de águas para evitar a entrada dos mosquitos e assim evitar com que esses virem pontos de ovulação. O QG de operações para atender os pacientes com os sintomas das ações dos vírus está funcionando a todo vapor e o atendimento está sendo feito durante todo o dia e inclusive a noite, com médicos plantonistas trabalhando direto e com laboratório interno para diagnosticar o mais rápido possível.

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"É imprescindível que a sociedade se mobilize, pois os danos da epidemia à sociedade são grandes e quase que incalculáveis" disse o Secretário agradecendo a todos pela presença e chamando para a responsabilidade contribuir com ações ao combate a este mau que aflige nossa comunidade.

Tudo que você precisa saber para registrar um funcionário

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Saiba como fazer um contrato de trabalho e como recolher os devidos encargos

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Depois de entrevistar vários candidatos e escolher aquele perfeito para a vaga, é necessário que o empregador dê início a um processo burocrático. Documentos precisam ser anotados, contratos devem ser assinados, e tudo com muito cuidado, para que nenhuma norma seja desrespeitada.

Por isso, preparamos com Márcia Dinamarco, advogada especializada na área trabalhista do escritório Innocenti Advogados Associados, uma lista que divide em seis tópicos todas as preocupações que um empreendedor tem quando contrata um novo funcionário. Confira abaixo tudo que você precisa para registrar um funcionário:

1. Contrato de experiência ou de trabalho?

A primeira decisão que precisa ser tomada é sobre o tipo de contrato que será feito com o trabalhador. Existem duas opções: contrato de experiência e contrato de trabalho. O contrato de trabalho é a modalidade comum, na qual o funcionário cria vínculo com a empresa e não determina quanto tempo ficará trabalhando no local.

Já o contrato de experiência possui prazo determinado de 45 dias, e pode ser prorrogado para até 90 dias. Nele, o funcionário tem a garantia de emprego e salário por três meses. Por isso, no fim desse período, se o trabalhador for dispensado, o empregador deverá pagar a ele um quarto do 13º salário e as férias proporcionais. Por outro lado, não há necessidade de aviso prévio ou multa de 40% por motivo de rescisão, como acontece nas demissões de funcionários que tem contrato de trabalho.

Se ao fim dos 90 dias, o funcionário não for dispensado, o contrato de experiência se torna contrato de trabalho automaticamente. "Normalmente, é mais vantajoso para o empregador começar com o contrato de experiência, assim ele terá como ver seu novo funcionário em ação e, se encontrar algum problema, poderá desligá-lo da empresa com mais facilidade", explica a advogada.

2. Faça o contrato

É o empregador quem deve montar o contrato que será assinado pelo funcionário. Para fazer isso, é preciso solicitar ao trabalhador o número do seu RG e do seu CPF, além da sua data de nascimento. Também é preciso que o funcionário traga a carteira de trabalho, um comprovante de endereço, o título de eleitor e o cartão do Programa Integração Social (PIS).

Segundo a advogada Márcia, existem modelos de contratos que podem ser encontrados facilmente na internet. Se a empresa tiver verbas, pode procurar uma assessoria jurídica.

Caso o funcionário não tenha um cartão do PIS, o empregador deve fazer a matrícula dele no site da Caixa Ecônomica Federal. Se o trabalhador também não estiver registrado no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), o empregador deve fazer o cadastro no site da Previdência Social. O número gerado no cadastro do PIS pode ser utilizado no recolhimento do INSS, o que agiliza o processo.

Depois que o documento é assinado, não existe a necessidade de reconhecer firma em cartório. Sempre devem ser feitas duas vias, sendo que uma fica com o empregado e outra com o funcionário.

3. Convenção coletiva e benefícios

Além do contrato de trabalho, é importante que o empregador redija uma declaração de opção para cada benefício que seu funcionário terá, como, vale-transporte e vale-alimentação. Esses documentos devem descrever todas as condições da opção, principalmente os descontos na folha salarial. O funcionário deve concordar com as opções e assinar este documento.

Para verificar todos os benefícios que o funcionário possui, é preciso identificar a categoria em que ele se enquadra e qual o seu sindicato. Nos sites dos sindicatos, pode ser encontrada a Convenção Coletiva da categoria, que determina todos os termos do trabalho — tais como jornada de trabalho, piso salarial, valor do vale-alimentação, fornecimento de cesta básica, entre outras.

4. INSS, FGTS e contribuição sindical

É o empregador quem deve recolher todos os encargos referentes ao seu funcionário, como o INSS, o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), além da contribuição sindical. Uma parte da previdência é paga pelo funcionário e outra pelo empregador. Já o fundo de garantia deve ser pago integralmente pelo patrão, enquanto a contribuição sindical é paga pelo funcionário.

"Se o empregador deixa de pagar a parte do INSS referente ao empregado, poderá ser acusado de sonegação e punido com restrição de liberdade, aconselha Márcia.

Para o recolhimento da aposentadoria, é preciso que o funcionário esteja devidamente cadastrado no INSS. A guia de pagamento é emitida pelo site da Previdência Social, onde o empregador deve fornecer os dados do funcionário e o valor do salário do funcionário, para que o sistema calcule a contribuição automaticamente. O sistema do INSS ainda oferece uma opção de débito automático, que facilita a contribuição.

Para emitir a guia de pagamento do fundo de garantia, o empregador deve fornecer o número do PIS do seu funcionário no site do Caixa Econômica Federal. No FGTS, é o próprio empregador quem calcula a contribuição, que deve ser de 8% do salário do funcionário.

Quanto à contribuição sindical, primeiro o empregador deve verificar se seu funcionário é filiado à entidade. Para isso, basta que ele entre em contato com a instituição por telefone ou e-mail. Em caso afirmativo, o funcionário deve decidir se irá optar pelo desconto da contribuição em folha salarial. Cabe ao empregador emitir a guia sindical junto aos serviços do sindicato e garantir que esse dinheiro seja recolhido.

Além disso, todo mês de março é necessário efetuar o recolhimento obrigatório da Contribuição Sindical Urbana, no valor correspondente a um dia de trabalho. A guia para essa taxa pode ser emitida no site da Caixa Econômica Federal.

5. Preenchimento da carteira de trabalho

O ideal, segundo a advogada, é que todas as informações descritas nos itens anteriores estejam registradas na carteira de trabalho do funcionário. Devem ser anotados os dados do empregador, a data de admissão e o valor do salário. Nas páginas de observação, inclua detalhes sobre a contribuição sindical e benefícios, entre outras anotações.

O preenchimento da carteira de trabalho deve ser feito pelo empregador, que pode ficar com o documento em mãos por, no máximo, 48 horas. A advogada aconselha que seja feito um recibo de devolução, que deverá ser assinado quando o documento for devolvido ao funcionário.

"A carteira de trabalho é como se fosse o histórico escolar do funcionário. Lá devem estar as ocorrências da atividade profissional e as informações detalhadas do contrato", afirma Márcia.

6. Exame médico

Para que o funcionário possa finalmente começar a trabalhar, é preciso fazer um exame médico admissional. A avaliação deve acontecer em uma empresa especializada e certificada pelo Ministério do Trabalho e Emprego. O exame custa em média R$ 110 e é o empregador quem deve pagá-lo.

"O exame médico é usado para verificar se está tudo bem com o funcionário e se ele não tem nenhuma limitação física que impeça sua atividade. Mas ele também é muito importante para o empregador, pois garante que o funcionário não alegue um problema de saúde causado pelo trabalho sem provas", explica.

Fonte: revistapegn.globo.com

Como fazer escolhas inteligentes em tempos de incerteza

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Como se proteger e aproveitar oportunidades quando o cenário é pouco previsível

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O Brasil não está em crise. Está em uma nova realidade. Partindo desta premissa, Gustavo Cerbasi, especialista em finanças, falou a mais de 700 empreendedores durante uma palestra na tarde de sábado na Feira do Empreendedor SP 2016.

O evento, organizado pelo Sebrae-SP, ocorre no Anhembi, zona norte de São Paulo, até dia 23. "Tínhamos crédito mundo afora e não temos mais. Vivemos queda nas vendas, no consumo e nos negócios. Não posso dizer que isso mudará no curto prazo", diz.

Para ele, o país está mais pobre e racional. "O que não pode acontecer é quem tem negócio acreditar que terá uma onda de recuperação", diz. A hora, segundo o especialista, é de mudar. "É um momento de adotar estratégias diferentes do passado. O papel de todo planejador é desenhar estratégia para se desenvolver em novos cenários", afirma.

1. Pense na viabilidade
O primeiro passo para tomar decisões mais inteligentes é avaliar a viabilidade de todas as futuras ações. É comum que na hora de começar um negócio os empreendedores tomem atitudes racionais, mas, ao longo do tempo, a emoção fale mais alto. "É natural que o reconhecimento mais emocional tome lugar. Mas toda decisão da empresa devia levar em conta a capacidade de geração de mais caixa. O empreendedor precisa aprender a fazer análise de investimentos." É fazendo investimentos que a empresa consegue ter uma empresa sempre maior e garantir retornos mais rentáveis no futuro.

2. Esteja pronto para imprevistos
Ter um orçamento flexível é essencial para não se endividar quando acontece um imprevisto. Cerbasi explica que quando os gastos fixos são mais flexíveis o empreendedor não fica refém dos empréstimos. "Na hora do imprevisto, um valor que não cabia no orçamento vira dívida. Se o empreendedor está com as contas muito enxutas, a dívida vai se acumulando e somando juros em cima de juros, o que leva a empresa ao chamado efeito bola de neve", diz.

Se o orçamento permite deixar de gastar com algum item, como lazer, a dívida é quitada com mais facilidade. "Isso é resiliência, é conseguir se adaptar melhor. Assim, o desequilíbrio dura só um mês e depois ele consegue se restabelecer", afirma. Em períodos de incerteza, flexibilidade é ainda mais importante. "Quem consegue vislumbrar seu negócio daqui dois ou três anos? Estamos vivendo um típico de cenário em turbulências. Como corrigir? Tendo menos gastos fixos."

3. Entenda a diferença de empréstimo e financiamento
Este é um erro comum entre os empreendedores. Sem entender a diferença entre empréstimo e financiamento, eles acabam adquirindo dívidas muito mais pesadas. "Quanto mais alta a taxa de juros, mais importante saber diferenciar financiamento e empréstimo", diz Cerbasi.

Financiamento é usado para comprar um bem ou pagar um projeto, como um imóvel ou um novo maquinário. Costuma envolver muita burocracia, mas tem taxas mais baixas. Já os empréstimos são fáceis de conseguir e costumam ser usados para pagar contas. As taxas de juros, por outro lado, são bastante altas.

Cerbasi ensina que os empreendedores devem negociar crédito quando não precisam de empréstimo. Quando tudo está bem você negocia uma redução na taxa de juros ou a ampliação na linha de crédito. "Por isso, quando você menos precisa do banco, vá ao banco conversar com o gerente. Quando as contas apertarem, você vai ter taxas e linhas melhores liberadas. Ainda falta aos brasileiros essa capacidade de negociar crédito."

Fonte: revistapegn.globo.com