Comitê luta pela instalação da Ufsulba em Itabuna

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Estudantes e representantes da sociedade participaram da caminhada em prol da Ufsulba, que percorreu a Avenida do Cinquentenário

Com o intuito de chamar a atenção das autoridades para a importância de agilizar o processo de instalação em Itabuna de um campus da Universidade Federal da Bahia, estudantes, representantes de Sindicatos, Clubes de Serviço, Amurc, ACI, Câmara de Vereadores, OAB e outras entidades participaram na manhã de ontem de uma caminhada na Avenida do Cinquentenário.

O movimento foi coordenado pelo Comitê Pró-Universidade Federal do Sul da Bahia (Ufsulba) – nome este que pretende ser dado a extensão da Ufba na região. A mobilização começou no dia 12 de novembro, em Camacã e Buerarema, e se estendeu por cidades da região como Canavieiras, Coaraci, Itajuípe, Ibicaraí, Uruçuca, Ubaitaba e Jussari.

Em Itabuna, teve destaque a participação dos estudantes e representantes da sociedade em geral. Portando faixas com frases: “Universidade Já”, eles pediam celeridade no processo de instalação de uma Universidade Federal na região.

“A região está carente de investimentos em educação. Precisamos lutar para que investimentos como a Ufsulba sejam feitos em Itabuna em caráter de urgência”, disse o presidente da Câmara de Vereadores de Itabuna, Clóvis Loiola.

A passeata reuniu centenas de pessoas e terminou com uma reunião na praça Adami. As manifestações não têm data para terminar. “Vamos continuar cobrando e lutando em favor da melhoria das condições da nossa população. Investir em educação no presente é pensar no futuro econômico, social e político na nossa população”, frisou Loiola.

Também participaram da caminhada, vereadores, o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil/Subseção Itabuna, Oduvaldo Carvalho, o presidente eleito da OAB/Itabuna, Andirlei Nascimento, o ex-vereador César Brandão, empresários e lideranças comunitárias.

ACI quer fortalecer Fórum Empresarial

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Ao considerar decisivo o apoio do Governo Municipal e dos empresários ao Projeto do Fórum de Lideranças Empresariais que chega à 9ª edição, o presidente da Associação Comercial e Empresarial de Itabuna, Eduardo Fontes Neto, destacou a vontade do prefeito Capitão Azevedo em contribuir para o desenvolvimento do município e da região. Destacou a proposta de sua transformação num fórum permanente de debates e de solução para problemas regionais.

Eduardo Fontes defendeu o projeto da duplicação da BR-415, trecho Ilhéus-Itabuna, que acaba de ser incluído no orçamento da União para o próximo ano, através de uma emenda da bancada baiana no Congresso Nacional e que aparece como uma opção para ampliar a integração das duas maiores cidades da região, a qual também se beneficia com o complexo intermodal formado pelo Porto Sul, Ferrovia Oeste-Leste, ZPE de Ilhéus e um aeroporto internacional.

Ele destacou, ainda, a agenda de debates que vem promovendo com a participação de políticos, empresários e técnicos para debater as oportunidades geradas a partir do sistema em fase de implantação, que deverá gerar empregos e novas alternativas para Itabuna como um dos polos regionais de negócios e serviços, com ênfase para as áreas de educação e saúde.

Bamin

O vice-presidente da Bahia Mineração (Bamin), Clóvis Torres Júnior, destacou que o Projeto Pedra de Ferro será um dos maiores e mais sólidos do estado da Bahia, com o aproveitamento do minério de ferro produzido na região de Caetité, município com 46 mil habitantes, no Sudoeste baiano, para produzir inicialmente dois milhões de toneladas de minério de ferro por ano. As obras, que acabam de receber o licenciamento para a mina, adutora e a planta, serão realizadas a partir do primeiro trimestre de 2010.

Ele explica que o projeto iniciado em 2007 será formado por um sistema de captação de água industrial, a partir de uma adutora com 145 quilômetros de extensão do rio São Francisco até Caetité. As obras incluem ainda linhas de transmissão de energia, mina e uma usina de concentração, além de uma logística de transporte ferroviário de mais de 525 km e um terminal de embarque privativo offshore ligado a uma retroárea, no Porto Sul, na Ponta da Tulha, próximo à Ilhéus.

Para Clóvis Torres Júnior, o projeto prevê uma ampliação das exportações baiana, que hoje tem uma movimentação de cargas de 11 milhões de toneladas, enquanto somente o novo porto deverá chegar a 40 milhões de toneladas através de uma operação compartilhada e que possibilitará também o embarque de grãos, granitos e mármores: “A própria ferrovia mudará a face da Bahia e deverá se transformar num vetor importante para o desenvolvimento econômico regional”, complementou.

Um outro aspecto ressaltado pelo vice-presidente da Bamin é que a região Sul da Bahia deverá se beneficiar também o Projeto da Mirabela, em Ipiaú, voltado para a produção de níquel, além de atrair investimentos em toda a sua cadeia produtiva, o que envolve os segmentos de comércio, de prestação de serviços e indústria.

Anunciou, ainda, que o Projeto Pedra de Ferro, com um investimento previsto de US$ 1,8 bilhões, se propõe a aproveitar mão-de-obra da própria região, investindo inclusive na sua capacitação. A operação começará a partir de 2012, com a integração da mina, barragem de disposição de rejeitos, usina de beneficiamento, terminal ferroviário e de embarque na Ponta da Tulha, a 14 quilômetros de Ilhéus e a 14 de Itacaré.

Campanhas de vendas estão fortes este ano, ao contrário de 2008

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Há pouco mais de um mês para o Natal, a disputa pelo consumidor e por uma fatia do seu 13º salário se acirra e o varejo investe pesado em publicidades e promoções. Trata-se de uma realidade bem diferente da do ano passado, quando o mundo estava em crise. Segundo a Federação Nacional das Agências de Propaganda (Fenapro), o período de maior trabalho é o natalino. Chega a representar 30% do faturamento anual. Com a confiança do brasileiro em elevação e os indicadores econômicos em trajetória positiva, os comerciantes apostam em promoções agressivas para vender mais e recuperar as perdas do fim de 2008, início da crise financeira.

De acordo com o professor de marketing da Trevisan Escola de Negócios, João Paulo Lara de Siqueira, é natural que o varejo se torne mais agressivo em suas campanhas de Natal, principalmente porque há mais dinheiro em circulação. %u201CIsso significa que serão feitas contratações, investimentos e novos pontos de atendimento para não se perder mercado%u201D, observou.

Na Ricardo Eletro, que está com uma das campanhas mais agressivas, a ordem é cobrir qualquer oferta da concorrência e ainda garantir o preço por uma semana para o cliente. Se alguma loja anunciar oferta menor que a deles em até sete dias da data da compra, a diferença será devolvida ao cliente. %u201CJá temos o hábito de cobrir qualquer oferta. Este ano, vamos cobrir duas vezes. É o preço protegido%u201D, afirmou o presidente e fundador da empresa, Ricardo Nunes. Os prazos também foram alongados. O cliente da rede varejista pode comprar em até 18 vezes.

Parcelamento maior também é uma das estratégias das Casas Bahia, que financiarão em até 17 vezes sem juros, no cartão da loja, os produtos que forem anunciados. Além disso, a rede criou a promoção Feliz Natal de casa nova, na qual serão sorteadas oito casas até 23 de dezembro. Cada vencedor poderá presentear um escolhido com outra casa de igual valor, R$ 65 mil.

Informática

Na média, em 2009, cada brasileiro empregado dará 25 presentes. De acordo com analistas, televisões de LCD e produtos de informática devem ser os mais procurados no período. De olho na demanda, o grupo Pão de Açúcar vai apostar em uma campanha transversal, unindo as marcas Extra e Ponto Frio para atuar agressivamente nos segmentos de eletroeletrônicos. %u201CVamos apostar na sinergia para aumentar o faturamento%u201D, disse o diretor regional do Extra e Pão de Açúcar, Luiz Carlos Costa. As duas lojas vão oferecer parcelamento de 18 vezes sem juros nos cartões com os selos do grupo. Para os clientes que optarem por essa forma de pagamento, serão concedidos descontos de 10% em alguns produtos a serem anunciados.

O servidor público Luciano Lucas da Silva, 34 anos, antecipou as compras de Natal. Pensando em agradar a esposa, adquiriu uma televisão de LCD de 52 polegadas. %u201COs preços estão valendo a pena. Quanto maior a concorrência entre as lojas, melhor fica o preço e o atendimento%u201D, avaliou o servidor público. %u201CEsta época é boa porque a disputa dos comerciantes pelo nosso 13º é grande%u201D, emendou. Para o brigadista Roger Sebastião Martins, 22, o período de Natal é ótimo para comprar. Em busca de um computador, ele está à procura das melhores promoções. %u201CSempre gosto de vir às lojas com antecedência, próximo do Natal é uma confusão de gente e fica ruim para analisar as condições de pagamento%u201D, ponderou.

O grupo Pão de Açúcar fará sorteios de TVs LCD de 32 polegadas para os clientes que fizerem compras acima de R$ 60. A proposta é um aparelho por hora durante todo o mês de dezembro. No total, serão 720. Uma das promoções que já está em prática é a que vai levar seis clientes, mais acompanhantes, para assistir ao treino da seleção brasileira de futebol.

Estoques

As campanhas de vendas no Natal mudaram. Segundo o diretor da Federação Nacional das Agências de Propaganda (Fenapro), Antônio Lino, as publicidades abandonaram os valores da data. %u201CNos últimos anos, elas vão direto ao ponto. Vai mais pela qualidade do preço do que pelos valores natalinos.%u201D Como os estoques para os últimos dois meses do ano são incrementados, o varejista investe muito em propaganda para atrair clientes e não ter de fazer queimas de estoque e liquidações em janeiro. %u201CÉ importantíssimo investir nessa época. É o caminho para não perdermos vendas para a concorrência%u201D, afirmou o presidente da Ricardo Eletro, que anunciou R$ 30 milhões em mídia para o período.

Para o professor da Trevisan, Lara de Siqueira, os comerciantes estão carregados de expectativas para este Natal. %u201COs lojistas estão bem estocados. Provavelmente, vão fazer bastante promoções, não por uma demanda baixa, mas porque todos querem lavar a égua, como constumamos dizer%u201D, disse o professor. %u201CSe ano passado não foi muito bom, este ano vão descontar os prejuízos%u201D, emendou. De acordo com especialistas de marketing, os consumidores precisam ficar atentos. O período não é de liquidações e descontos, mas de publicidade intensa, o que pode confundir os clientes.

Entendendo, atendendo e vendendo melhor

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O desafio de realizar vendas no varejo moderno está cada vez mais difícil. Está se tornando tarefa digna de profissionais.

Você pode até pensar: “Mas eu já vi vendedores despreparados realizarem vendas!”.

Ok! Mas será que na verdade não foi o cliente que tomou a decisão de comprar? Ou ainda, será que o cliente ficou feliz com sua decisão de compra? Será que voltaria a comprar naquela loja e/ou com aquele vendedor? Ou, ainda pior, o que será que este vai falar para os seus conhecidos sobre sua experiência de compra?

Não há como realizar todas as vendas que parecem surgir, até mesmo porque, não realizar uma venda não é uma derrota tão desesperadora. A não conversão de uma oportunidade pode ser uma grande chance de aprendizado.

Perder oportunidades de vendas por falta de informação e/ou preparo, isto sim é inadmissível.

Embora o assunto de como realizar mais e melhores vendas no varejo seja extenso, existem dicas simples e práticas que fazem muita diferença no dia-a-dia do profissional.

A primeira delas é estar realmente preparado. Isso significa conhecer muito o mercado em que se atua e a concorrência existente. Conhecer o produto e/ou serviço que é oferecido, suas características e, acima de tudo, seus benefícios.

Conhecer seu cliente típico é uma forma de adequar seu discurso, bem como ressaltar argumentos específicos que você sabe que poderão surtir mais efeito.

É normal que, com o passar dos tempos, o profissional se canse de repetir certos argumentos e explicações, de demonstrar sempre os mesmos produtos e/ou serviços. Mas é nessa hora que é necessário entender que para o cliente pode ser a primeira vez e, por isso, ele sempre merece o melhor.

Este sentimento de noite de estréia, característico dos grandes atores, atrizes e cantores de sucesso, é o que chamo de espírito do Showtime. Realizar cada atendimento com entusiasmo e oferecer sempre o melhor de si ao cliente.

Outra competência que o profissional de varejo precisa desenvolver é de perguntar e ouvir. Mais do que falar e apresentar!

É fato que, para se realizar uma venda verdadeira, aquela que o cliente realmente fica satisfeito, precisamos atender e, quem sabe, superar as expectativas do cliente.

Para isso, é preciso informações. Informações sobre o perfil do cliente, seu hábitos, necessidades e preferências, enfim, todas as informações para que seja possível oferecer a solução correta, além de identificar o potencial de compra deste cliente.

Quando me refiro a ouvir, quero dizer ouvir com atenção e demonstrar interesse sincero em ouvir o cliente. As informações passadas pelo cliente, quando estimulado a falar, são peças preciosas para se identificar possíveis adicionais a se oferecer, contornar objeções e fechar uma venda.

Depois de ouvir, apresente seu produto ou serviço baseado naquilo que o cliente quer ouvir e não mais naquilo que você gosta de falar. Seria absurdo ignorar agora as informações obtidas e se referir apenas aos atributos de sua preferência, não é?

Aproveite para realizar o que chamo de venda sinérgica, ou seja, ofereça a solução completa. Por exemplo: computador e impressora; paletó, gravata e camisa; anel e brincos...

Ou seja, demonstre ao cliente que a loja pensou na solução completa e que será mais vantagem para o cliente “adquirir um pacote completo de opções” e, desta forma, ficar mais satisfeito e bem servido.

Se algo acontecer de negativo, a famosa objeção, não desanime. Acredito que a verdadeira venda começa agora, quando o profissional terá que tentar reverter a situação.

Tenha atenção especial à objeção ao preço. Um simples “está caro!” pode na verdade significar dois pontos distintos: o cliente gostou do produto ou serviço e não dispõe no momento dos recursos necessários (orçamento). De outro lado, o cliente não consegue enxergar porque tal produto ou serviço custa tanto (valor).

Quando a objeção é baseada no orçamento, basta negociar ou oferecer algo similar dentro da faixa desejada pelo cliente.

Mas se o problema é no valor do produto ou serviço, é bobagem dividir ou tentar qualquer outra manobra financeira. Afinal ninguém comprará algo que não gosta e/ou não vê valor só porque o pagamento está facilitado.

Neste momento é necessário apresentar novos argumentos sobre o que se oferece, todos baseados no conhecimento do profissional e principalmente na necessidade do cliente.

Por fim, acredito que o que diferencia os profissionais de sucesso dos outros é a verdadeira intenção de vender. Intenção de vender não significa “empurrar a qualquer custo” o que se quer para o cliente. Pelo contrário, é necessário sensibilidade, criatividade e senso de oportunidade.

Por mais que existam técnicas mirabolantes de fechamento de venda, na minha opinião, nada substitui dois fatores: um atendimento bem conduzido desde o início e a intenção de tomar a iniciativa de vender.

Boa sorte e ótimas vendas!