5 dicas para ter uma boa saúde financeira

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De acordo com Paul Sullivan, especialista em finanças e prosperidade financeira, "Acreditamos que o dinheiro tem um valor que vai além do que se pode comprar e isso as impede de pensar com clareza sobre seu dinheiro e o que fazer com ele".

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Em uma entrevista com a América Economía, Paul Sullivan, o prestigiado escritor americano e autor de "The Thin Green Line: the money secrets of the super wealthy" falou sobre a diferença entre ser próspero e ser rico e depois compartilhou alguns conselhos para ter uma boa saúde financeira.

O especialista esteve de passagem no Chile no marco da conferência regional de investimentos "Os segredos para usar bem seu dinheiro e aumentar suas finanças", organizada pela AFP Capital, uma empresa de SURA Asset Management Chile.

1. Por que é mais importante a prosperidade do que a riqueza?
Pensei muito nisso antes de vir ao Chile. A diferença é que quando se é próspero, você tem opções sobre o que você quer fazer na vida, por exemplo, visitar os netos, viajar de avião ou ir à Disney. Sem dúvida, quando se está do lado da riqueza, inclusive quando se arrecada milhões de dólares ao ano, não se tem controle sobre a vida. Não acredito que ninguém, apesar de todo o dinheiro do mundo, queria estar nessa posição. Eu quero tomar decisões. Se quero ter um dia livre ou levar meus filhos ao zoológico, quero que seja eu que tome as decisões.

2. Quais são os passos para alcançar a verdadeira prosperidade?
Existem quatro coisas que se pode fazer com o dinheiro independente de onde você vive. Você pode guardar, gastar, doar ou pode pensar nele, inclusive de maneira boa ou má. Então, qual é o segredo? As pessoas que prosperam, não importa o quanto ganham, são muito conscientes do dinheiro que têm. Em contrapartida, os ricos têm um monte de dinheiro, mas nunca fazem a diferença entre o que necessitam e o que querem em sua vida. Como consequência, não são capazes de tomar as decisões que são possíveis quando se leva uma vida próspera.

3. Por que as pessoas, inclusive as ricas, nunca encontram a prosperidade?
Porque existe uma carga psicológica que está vinculada ao dinheiro. As pessoas pensam que o dinheiro tem um valor que vai além do que se pode ou não comprar, e isso as impede de pensar com clareza sobre seu dinheiro e o que fazer com ele.

4. Como guardar, gastar e investir nosso dinheiro de boa maneira?
Acredito que o mais importante é se dar conta do que você pode controlar e o que não pode controlar. Muito frequentemente as pessoas confundem os resultados que não podem ser controlados com poupança e investimentos que podem ser controlados.

Os mais prósperos pensam nas coisas que podem controlar, esses têm certeza do dinheiro de cada mês, poupam uma certa quantidade de dinheiro por ano e investem.

5. Como tomar melhores decisões financeiras?
Escreva com as 10 coisas que mais necessita e do outro lado, 10 coisas que você mais quer. Então, se pergunte: o que é que eu realmente necessito e o que é que eu realmente quero?

Fonte: http://www.portaldoconsumidor.gov.br/ 

Como fazer o planejamento do seu Negócio

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Entenda como planejar melhor a sua nova empresa.

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O planejamento estratégico ajuda o empresário a tomar decisões no comando do negócio com base nas oportunidades oferecidas pelo ambiente externo em conjunto com as condições internas, favoráveis ou não, da empresa. Essa ferramenta leva o empresário a responder três questões principais:

- Onde estamos?
- Para onde queremos ir?
- Como chegar lá?

Para chegar a essas respostas, é preciso seguir as seguintes etapas:

Análise do cenário
Análise do ambiente interno: avaliação e constatação de pontos fortes a serem capitalizados pela empresa e de limitações a serem corrigidas, tendo como foco aspectos técnicos, financeiros, de infraestrutura física, de recursos humanos, entre outros.

Análise do ambiente externo: busca do entendimento das ameaças e oportunidades que o macroambiente propicia. Trata-se de reconhecer e considerar a influência de fatores econômicos, sociais, políticos, de mercado e outros no desenvolvimento da empresa.

Definição de objetivos
É o momento em que a empresa examina seus dados históricos e projeta suas metas futuras. É a resposta ao questionamento "para onde queremos ir". De maneira geral, relaciona-se com aspectos ligados a faturamento, rentabilidade, quantidade de filiais, posicionamento no mercado.

Definição de estratégias
Como a empresa vai atingir os objetivos traçados? Para cada estratégia estabelecida, deverá haver, no mínimo, um objetivo ao qual ela servirá.

Como pode ser notado, o planejamento se desenvolve de maneira racional, de tal forma que as etapas venham a ser cumpridas organizadamente, permitindo que revisões periódicas sejam realizadas sempre que o cenário assim exigir.

Fonte: ww.revistapegn.globo.com  

10 Boas práticas de um verdadeiro líder

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Garantir uma performance de sucesso depende, na maioria das vezes, de uma liderança que traga inspiração e raça para o time. Saiba mais

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Em empos de negócios inovadores, um novo termo toma conta das dicas de performance para qualquer empresa: líder. Ou aquele que substitui o clássico chefe. A diferença entre os dois, apontam os especialistas, é que quem pratica a liderança realmente está engajado com seu time, atuando de forma inspiradora e participando ativamente das metas que precisam ser atingidas. Está longe de simplesmente comandar seus colaboradores.

Na visão de Flávio Resende, especialista em Life Coaching, o verdadeiro líder sabe se equilibrar entre desempenhar e delegar tarefas. "Liderar é dar sentido à busca, é promover o comprometimento. Para tanto, é preciso confiar. Liderar é ser exemplo, é buscar o melhor que há em si e no outro para a obtenção de um objetivo que se torna comum".

Assumir uma posição de liderança demanda conhecimento, capacitação, vontade de ensinar e aprender. Nesse sentido, Resende aponta 10 dicas para bons líderes:

1. Humildade: o modo de ver o mundo de um líder não é o melhor, nem o mais verdadeiro e muito menos o único, é preciso ter consciência disso;
2. Cuidado com as ilusões: um líder não exerce esse papel o tempo todo e em todos os ambientes dos quais faz parte;
3. Aprendizado: um verdadeiro líder está aberto a sempre aprender mais, adquirindo novas distinções e competências. Assim é possível construir equipes de alta performance;
4. Empatia: conheça o grupo com o qual você atua. Entender a expectativa das pessoas é uma excelente escolha para quem lidera;
5. Relacionamento: a capacidade de se relacionar é mais importante do que os atributos técnicos para um líder;
6. Inspiração: busque-a em quem está ao seu lado e inspire as pessoas com a melhor versão de si mesmo. Mantenha a consciência sobre esse papel;
7. Objetivos e planos: o papel do líder é criar possibilidades, transformando o subjetivo em algo concreto e realizável;
8. Noção de time: exercite a reflexão com as pessoas para encontrarem juntos as respostas para o que buscam;
9. Divergências: um líder percebe as diferenças como oportunidades e não como ameaça;
10. Riscos: tenha coragem de arriscar. Não deixe que o medo do erro te paralise. Os líderes também erram.

 

Fonte: http://portalnovarejo.com.br/

O QUE MUDA COM A APROVAÇÃO DO NOVO SIMPLES NACIONAL

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Depois de aprovado no Senado, o Projeto de Lei 125/2015 volta para votação na Câmara dos Deputados.

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Será criada uma faixa de transição de até R$ 4,8 milhões para empresas do Simples

Uma rampa de transição para as pequenas empresas brasileiras. A proposta é uma das principais na alteração do Simples Nacional. O Projeto de Lei 125/2015, conhecido como Crescer sem Medo, deve ser aprovado pelo Senado e volta para votação na Câmara dos Deputados.

De acordo com a proposta, será criada uma faixa de transição de até R$ 4,8 milhões de faturamento anual para as empresas que estourarem o teto de R$ 3,6 milhões.

Para quem é Microempreendedor Individual (MEI), o teto de faturamento passará de R$ 60 mil para R$ 72 mil.

"Um dos principais avanços desse projeto é que ele deixa de punir os negócios que crescem mais rápido. Ele evita que as empresas multipliquem os seus CNPJ para não saírem do Simples Nacional. Isso, muitas vezes, provoca a morte súbita dessas empresas pela perda de eficiência", diz Guilherme Afif Domingos, presidente do Sebrae.

As alterações entrarão em vigor apenas em 2018 e promoverão um impacto de R$ 800 milhões para a União. Para estados e municípios, o impacto é quase nulo, já que os impostos sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS) e Sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS) continuarão com o teto de R$ 3,6 milhões para usufruírem da alíquota do Simples.

O projeto prevê também a ampliação do prazo de parcelamento de débitos do Simples de 60 para 120 meses, com redução de multas e juros. Caso sejam aprovadas ainda neste ano, as regras de parcelamento já começam a valer em 2017. O valor mínimo das parcelas será de R$ 300 para as micro e pequenas empresas e de R$ 150 para o MEI.

A nova lei deve diminuir também a burocracia, reduzindo a quantidade de tabelas (de seis para cinco) e de faixas (de 20 para seis). A mudança beneficia principalmente empresas de serviços, que estão na tabela menos favorável.

Assim, elas poderão escolher uma alíquota menor, desde que até 35% do faturamento seja com pagamento de pessoal, incluindo o pró-labore do proprietário.

Outras duas mudanças relevantes são relacionadas a crédito e investimento-anjo. O texto cria a Empresa Simples de Crédito (ESC), que poderá oferecer empréstimos a empresas locais com juros mais baixos do que os oferecidos no mercado.

Para as startups, a vantagem é a regulamentação da figura do investidor-anjo, diminuindo seus riscos em questões trabalhistas, por exemplo, caso ele não participe diretamente da gestão da companhia.

Fonte: http://revistapegn.globo.com/