Brasil tem um miniapagão a cada três dias

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O País registrou mais seis miniapagões entre o apagão do dia 10, que atingiu 18 estados brasileiros, e a última sexta-feira. Além disso, na semana passada o consumo brasileiro de energia registrou três recordes consecutivos. As informações constam dos boletins diários de operações do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS). O consumo recorde é atribuído às altas temperaturas.

O primeiro corte ocorreu dois dias após o apagão e atingiu os Estados do Acre e Rondônia. Segundo o boletim de operações do ONS, o desligamento automático da linha de transmissão Vilhena-Pimenta Bueno provocou a interrupção no fornecimento de 201 megawatts (MW) às distribuidoras Eletroacre e Ceron. O incidente ocorreu às 17h46 e a energia foi totalmente restabelecida seis minutos depois, segundo os relatórios do ONS.

No dia seguinte, cidades do norte do Mato Grosso passaram 16 minutos sem luz por conta do desligamento da linha Nobres-Sinop, que interrompeu o fornecimento de 124 MW à distribuidora Cemat.

No dia 19, mais uma vez Rondônia e Acre foram prejudicados, com a queda da mesma linha do dia 12, provocando desta vez o corte de 109 MW. O restabelecimento levou entre 10 e 14 minutos (no Acre e Rondônia, respectivamente).

Nesse mesmo dia, o fornecimento ficou comprometido na região metropolitana de Porto Alegre (RS) por conta da explosão de dois transformadores na subestação Gravataí 2, da CEEE, às 13h12. A totalidade do abastecimento foi retomada mais de duas horas depois, às 15h43.

No dia 22, consumidores das distribuidoras Energisa e Ceal tiveram transtornos com a interrupção, por 25 minutos, de 112 MW por conta do desligamento da linha de transmissão Rio Largo II - Penedo.

A última ocorrência foi registrada no dia 23, com o desligamento, às 14h30, de um transformador na subestação Goiânia Leste, da Celg. O problema causou a interrupção de 30 MW de carga na região central de Goiânia (GO). Após várias tentativas, o fornecimento foi totalmente restabelecido às 16h05, com a transferência de energia de outras regiões.

O diretor-geral do ONS, Hermes Chipp, disse que incidentes como esses são comuns em uma rede das dimensões do sistema brasileiro. Mas admitiu que o calor acima da média contribui para a ocorrência de problemas. "A carga está crescendo de forma atípica e, embora bem dimensionado, o sistema está sujeito a isso", afirmou. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.

Itabuna traça diretrizes para o combate à dengue

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O Programa Municipal de Controle da Dengue será apreciado para aprovação pelo Conselho Municipal de Saúde

O prefeito de Itabuna, Capitão Azevedo, reuniu esta semana os secretários municipais e os presidentes de fundações e da Emasa, com o objetivo de estabelecer diretrizes para o combate a dengue no município. Esteve presente também a equipe do Departamento de Vigilância à Saúde, Coordenação Municipal de Endemias, Atenção Básica e Alta Complexidade.

Na pauta do encontro, a preparação do Programa Municipal de Controle da Dengue, para apreciação e aprovação pelo Conselho Municipal de Saúde. Também foi destacada a elaboração de um Plano de Ação para a realização de mutirões nos bairros da cidade. Paralelamente à montagem das estratégias, o trabalho continua sendo executado pelos agentes de controle de endemias, com a participação dos agentes comunitários.

Capitão Azevedo frisou a intersetorialidade no combate à dengue como a melhor medida adotada para alcançar quedas significativas no índice do Liraa do município. “Vamos nos organizar de modo que todos os setores da Prefeitura trabalhem juntos, executando ações pontuais e objetivas. Vamos percorrer os bairros, desenvolvendo uma campanha educativa, bem como coletando materiais que podem juntar água e se tornar um potencial foco de dengue”, explica o prefeito.

O trabalho vai iniciar pelos bairros que registram maior incidência de focos. Com a intenção de começar os mutirões imediatamente, alguns critérios foram estabelecidos. A cada setor foi requisitada uma relação com quantidade de servidores disponíveis para a participação nos mutirões, além da disponibilização de carros da frota da prefeitura para atender às demandas de ações preventivas e preparação de todo material necessário, como luvas, sacos de lixo e outros indispensáveis para o trabalho.

Ficou determinado que as iniciativas do Plano de Ação serão contínuas, visando cobrir toda a área do município. O esforço pela conscientização envolverá os meios de comunicação como propagadores de mensagens informativas, que serão veiculadas através da televisão, rádio, carro de som, outdoor, internet e panfletos.

Itabuna lidera ranking da violência contra jovens

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Pesquisa realizada em 266 municípios com mais de 100 mil habitantes aponta que nas 10 cidades em que os jovens brasileiros estão mais expostos à criminalidade, Itabuna lidera o ranking da violência

Estudos do Ministério da Justiça (MJ) e Fórum Brasileiro de Segurança Pública divulgados ontem indicam que o jovem que vive nas grandes metrópoles do País está menos exposto à violência do que aquele que reside em cidades menores. Ainda segundo a pesquisa realizada em 266 municípios com mais de 100 mil habitantes, Itabuna (BA) lidera o ranking da violência contra jovens, seguida de Marabá (PA), Foz do Iguaçu (PR), Camaçari (BA), Governador Valadares (MG), Cabo de Santo Agostinho (PE), Jaboatão dos Guararapes (PE), Teixeira de Freitas (BA), Serra (ES) e Linhares (ES), consideradas as 10 cidades onde os jovens brasileiros estão mais expostos à criminalidade.

A Bahia tem cinco cidades no ranking dos 20 maiores polos de violência no país, onde também aparecem incluídas Ilhéus, na 12ª colocação, e Eunápolis. O estudo mostra, ainda, que São Paulo (SP) é a capital com melhor posição no ranking, em 192ª lugar. O Rio de Janeiro (RJ) figura na 64ª posição; Belo Horizonte (MG) na 105ª; Brasília (DF) em 172ª e Porto Alegre (RS), 161ª.

Perfil

O índice mostra ainda que jovens com idade entre 19 e 24 anos têm mais chances de morrer por causa da violência no Brasil. Em seguida, estão as pessoas na faixa etária entre 25 e 29 anos e, depois, o grupo entre 12 e 18 anos, entre os mais suscetíveis a serem vítimas da criminalidade.

A pesquisa indica uma relação direta do índice com o perfil social do jovem, porque pessoas que não tinham atividade remunerada ou não estudavam, na faixa entre 19 e 24 anos, foram o grupo no qual o índice é mais elevado. Jovens que vivem em condições precárias de moradia, como favelas, também são mais expostos à violência.

Uma pesquisa do Instituto Datafolha, realizada com 5.182 jovens de 12 a 29 anos e que foi citado no estudo, mostrou que quase um terço da população jovem sofre presença constante da violência em seu cotidiano. Dos jovens entrevistados, 31% admitem ter facilidade para a obtenção de armas de fogo. Além disso, 64% dos entrevistados são expostos a algum risco ou história de violência e costumam ver pessoas (não policiais) portando armas.

O caso de Itabuna e outros municípios baianos que lideram o ranking do índice de violência contra os jovens revela a falta de ação do governo do estado e a necessidade de mais políticas publicas voltadas para o combate ao tráfico de drogas, que também está diretamente relacionado com os indicadores apontados agora.

Compras a crédito devem prevalecer neste Natal

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O Natal das compras a crédito é confirmado pela Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC) da Fecomercio. Os cartões de crédito e o cheque especial, cujas taxas de juros são as mais altas do mercado, constituem os tipos de dívida mais utilizados pelas famílias paulistanas em novembro.

A pesquisa indica ainda que os cartões de crédito respondem por 68% das dívidas assumidas em novembro contra 62% em outubro; os carnês representam 30%; o crédito pessoal 13% e o cheque especial 11%.

A PEIC mostra, em novembro, que entre as 1,656 milhão de famílias endividadas, 54% têm renda familiar comprometida com o pagamento de dívidas por até seis meses. Outros 20% têm a renda comprometida com dívidas entre seis meses e um ano, enquanto que para 23% dos entrevistados, o prazo de comprometimento da renda familiar mensal com dívidas é superior a um ano.

Fonte: JB Online