Itabuna traça diretrizes para o combate à dengue

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O Programa Municipal de Controle da Dengue será apreciado para aprovação pelo Conselho Municipal de Saúde

O prefeito de Itabuna, Capitão Azevedo, reuniu esta semana os secretários municipais e os presidentes de fundações e da Emasa, com o objetivo de estabelecer diretrizes para o combate a dengue no município. Esteve presente também a equipe do Departamento de Vigilância à Saúde, Coordenação Municipal de Endemias, Atenção Básica e Alta Complexidade.

Na pauta do encontro, a preparação do Programa Municipal de Controle da Dengue, para apreciação e aprovação pelo Conselho Municipal de Saúde. Também foi destacada a elaboração de um Plano de Ação para a realização de mutirões nos bairros da cidade. Paralelamente à montagem das estratégias, o trabalho continua sendo executado pelos agentes de controle de endemias, com a participação dos agentes comunitários.

Capitão Azevedo frisou a intersetorialidade no combate à dengue como a melhor medida adotada para alcançar quedas significativas no índice do Liraa do município. “Vamos nos organizar de modo que todos os setores da Prefeitura trabalhem juntos, executando ações pontuais e objetivas. Vamos percorrer os bairros, desenvolvendo uma campanha educativa, bem como coletando materiais que podem juntar água e se tornar um potencial foco de dengue”, explica o prefeito.

O trabalho vai iniciar pelos bairros que registram maior incidência de focos. Com a intenção de começar os mutirões imediatamente, alguns critérios foram estabelecidos. A cada setor foi requisitada uma relação com quantidade de servidores disponíveis para a participação nos mutirões, além da disponibilização de carros da frota da prefeitura para atender às demandas de ações preventivas e preparação de todo material necessário, como luvas, sacos de lixo e outros indispensáveis para o trabalho.

Ficou determinado que as iniciativas do Plano de Ação serão contínuas, visando cobrir toda a área do município. O esforço pela conscientização envolverá os meios de comunicação como propagadores de mensagens informativas, que serão veiculadas através da televisão, rádio, carro de som, outdoor, internet e panfletos.

Itabuna lidera ranking da violência contra jovens

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Pesquisa realizada em 266 municípios com mais de 100 mil habitantes aponta que nas 10 cidades em que os jovens brasileiros estão mais expostos à criminalidade, Itabuna lidera o ranking da violência

Estudos do Ministério da Justiça (MJ) e Fórum Brasileiro de Segurança Pública divulgados ontem indicam que o jovem que vive nas grandes metrópoles do País está menos exposto à violência do que aquele que reside em cidades menores. Ainda segundo a pesquisa realizada em 266 municípios com mais de 100 mil habitantes, Itabuna (BA) lidera o ranking da violência contra jovens, seguida de Marabá (PA), Foz do Iguaçu (PR), Camaçari (BA), Governador Valadares (MG), Cabo de Santo Agostinho (PE), Jaboatão dos Guararapes (PE), Teixeira de Freitas (BA), Serra (ES) e Linhares (ES), consideradas as 10 cidades onde os jovens brasileiros estão mais expostos à criminalidade.

A Bahia tem cinco cidades no ranking dos 20 maiores polos de violência no país, onde também aparecem incluídas Ilhéus, na 12ª colocação, e Eunápolis. O estudo mostra, ainda, que São Paulo (SP) é a capital com melhor posição no ranking, em 192ª lugar. O Rio de Janeiro (RJ) figura na 64ª posição; Belo Horizonte (MG) na 105ª; Brasília (DF) em 172ª e Porto Alegre (RS), 161ª.

Perfil

O índice mostra ainda que jovens com idade entre 19 e 24 anos têm mais chances de morrer por causa da violência no Brasil. Em seguida, estão as pessoas na faixa etária entre 25 e 29 anos e, depois, o grupo entre 12 e 18 anos, entre os mais suscetíveis a serem vítimas da criminalidade.

A pesquisa indica uma relação direta do índice com o perfil social do jovem, porque pessoas que não tinham atividade remunerada ou não estudavam, na faixa entre 19 e 24 anos, foram o grupo no qual o índice é mais elevado. Jovens que vivem em condições precárias de moradia, como favelas, também são mais expostos à violência.

Uma pesquisa do Instituto Datafolha, realizada com 5.182 jovens de 12 a 29 anos e que foi citado no estudo, mostrou que quase um terço da população jovem sofre presença constante da violência em seu cotidiano. Dos jovens entrevistados, 31% admitem ter facilidade para a obtenção de armas de fogo. Além disso, 64% dos entrevistados são expostos a algum risco ou história de violência e costumam ver pessoas (não policiais) portando armas.

O caso de Itabuna e outros municípios baianos que lideram o ranking do índice de violência contra os jovens revela a falta de ação do governo do estado e a necessidade de mais políticas publicas voltadas para o combate ao tráfico de drogas, que também está diretamente relacionado com os indicadores apontados agora.

Compras a crédito devem prevalecer neste Natal

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O Natal das compras a crédito é confirmado pela Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC) da Fecomercio. Os cartões de crédito e o cheque especial, cujas taxas de juros são as mais altas do mercado, constituem os tipos de dívida mais utilizados pelas famílias paulistanas em novembro.

A pesquisa indica ainda que os cartões de crédito respondem por 68% das dívidas assumidas em novembro contra 62% em outubro; os carnês representam 30%; o crédito pessoal 13% e o cheque especial 11%.

A PEIC mostra, em novembro, que entre as 1,656 milhão de famílias endividadas, 54% têm renda familiar comprometida com o pagamento de dívidas por até seis meses. Outros 20% têm a renda comprometida com dívidas entre seis meses e um ano, enquanto que para 23% dos entrevistados, o prazo de comprometimento da renda familiar mensal com dívidas é superior a um ano.

Fonte: JB Online

Parceria Oferece Linhas de Crédito Para Empresas do Varejo

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Objetivo é garantir soluções de crédito para micro, pequenas e médias empresas do varejo representadas pelo Sindivarejista Campinas e Região. Clique aqui e veja qual linha se encaixa melhor no perfil do seu negócio.

 

Uma parceria entre a Fecomercio e a Nossa Caixa Desenvolvimento, Agência de Fomento do Estado de São Paulo, passa a oferecer soluções de crédito para micro, pequenas e médias empresas do varejo representadas pelo Sindivarejista Campinas e Região.

As linhas possuem as menores taxas do mercado e as empresas interessadas  precisam apenas procurar o Sindivarejista, entidade parceira da Fecomércio, para obter os detalhes de como encaminhar a documentação necessária para a avaliação cadastral. 

A parceria viabiliza o crédito para várias modalidades, entre elas para o capital de giro. Essa linha possui juros de 0,96% ao mês e prazo de 12 meses para pagamento. Para a linhas de investimentos como a LEI – Linha Especial de Investimento - ,destinada para empresas com faturamento anual de até R$ 2,4 milhões, que podem contar com a garantia do Fundo de Aval Paulista, para financiamento de aquisição de máquinas e equipamentos, de veículos utilitários e abertura de franquias a taxa de juros é de até 1,3% ao mês. 

O acesso às linhas de crédito é simplificado e a empresa somente encaminhará a documentação à Agencia após a aprovação do limite de crédito, que se dá mediante o preenchimento e encaminhamento à Agência de um formulário “Solicitação de Análise Prévia” que pode ser conseguido junto às entidades parceiras como ACSP, Fecomércio, Fiesp, Sebrae, Facesp. Faesp, Abimaq, Aspacer, Sintelmark e APAS.

Sustentabilidade

Ainda este ano a começará a ser operado uma nova linha de crédito com recursos próprio para projetos de inovação e desenvolvimento tecnológico, meio ambiente e à eficiência energética para indústrias, comércio, agroindústrias, prestadoras de serviços e cooperativas de produção paulistas.
 
A nova linha FIP vai oferecer taxas de juros de 8% ao ano, mais correção pela IPC-FIPE , com prazo de até 60 meses, incluindo a carência (que varia de 6 a  12 meses) , para cinco modalidades de atuação: financiamento para a aquisição de máquinas e equipamentos; financiamento para projetos e capital de giro associado ao investimento; financiamento para empresas inovadoras que necessitam de recursos para desenvolvimento e transferência de tecnologia e a criação de novos produtos; financiamento para melhorias no processo de produção para atender a legislação ambiental e financiamento às empresas para redução do consumo de energia e uso de energias alternativas.

Acompanhe abaixo os detalhes de cada linha de crédito disponível e veja qual se encaixa melhor às suas necessidades:


Linha Especial de Giro – LEG: linha de financiamento de capital de giro para empresas dos setores da indústria, comércio e serviços, que visa a geração de emprego e renda, combinando condições especiais de crédito às facilidades do desconto de recebíveis.
          Garantias: aval dos sócios
          Prazo: até 12 meses
          Taxa de juros: 0,96% a.m
 
 
Linha Especial Parcelada – LEP: linha de financiamento de capital de giro para empresas paulistas dos setores da indústria, do comércio e de serviços, visando à criação de emprego e renda e ao aumento da competitividade, por meio de financiamento parcelado.
          Garantias: reais e fidejussórias
          Prazo: até 12 meses, com até 30 dias de carência
          Taxa de juros: 0,96% a.m
 
Linha Especial de Investimentos – LEI: Linha de financiamento micro e pequenas empresas, com receita bruta anual até R$ 2,4 milhões  para  aquisição de máquinas e equipamentos novos;   equipamentos, instalações e obras civis;  abertura de franquias.; adequação de veículos automotivos utilitários.
Taxa de Juros: 1,3% ao mês
Prazo: prestações fixas para pagar em 36 meses
 
 
Taxa de juros:  8% ao ano, mais correção pela IPC-FIPE ,
Prazo: de até 60 meses, incluindo a carência (que varia de 6 a  12 meses)

Fonte: Fecomércio